Comentários do Fórum

Aula 5 - População, meio ambiente e desenvolvimento
In Fórum: Geografia da População
Leo Queiroz
21 de mar. de 2021
Leonardo Moreira Queiroz Na aula Prof Neto, nos falou sobre Harvey, e sua teoria, para ele, não há uma satisfatória análise do espaço geográfico e das transformações a ele referentes se não há uma base teórica que a sustente. Nesse sentido, um dos seus objetivos em todo o percurso intelectual foi o de compreender o funcionamento e a dinâmica espacial do sistema capitalista e sua função nas relações sociais contemporâneas. Com sua posição política de esquerda, muito influenciada pelos pensamentos de Marx, David Harvey constituiu uma abordagem urbana e econômica para contestação ao pensamento neoliberal e ao sistema capitalista como um todo, buscando expressar e denunciar a forma com que as contradições sociais manifestam-se no espaço geográfico. Vimos também sobre os pontos de vistas e pesquisas de Malthus no quesito população e alimentos. Para Malthus os ricos conseguiam controlar o seu crescimento através de hábitos prudentes, e por sua vez os pobres multiplicavam-se desenfreadamente. Observamos também o David Ricardo que aprovava as ideias de Malthus por ser um representante da classe burguesa, uma vez que era favor da regulação dos salários porem não aceitava o interesse de Malthus nas terras. Marx foi aparecendo fazendo oposição aos teóricos David Ricardo e Malthus pois dizia que eles agiam ideologicamente. Porém Marx já defendia que todo fenômeno poderia ser analisado devido as relações materiais, pois o que movimenta é a situação de um lugar ou de um povo, por exemplo fenômenos de migrações. Marx entendia que as relações sociais poderiam ser modificadas pelo movimento da sociedade através de decisões dos homens enquanto sociedade. Professor também comentou sobre os recursos, diferenciando sobre recursos naturais, mas sobre os recursos sociais que se caracteriza no homem em sua plenitude e em conhecimento. Portanto em se falando de superpopulação, vimos alguns questionamentos que nos fazem refletir sobre o tema, será que eu estou sobrando ou será que você está sobrando ?
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Aula 4 - Crise do trabalho e as novas formas de mobilidade territorial
In Fórum: Geografia da População
Leo Queiroz
19 de mar. de 2021
Leonardo Moreira Queiroz Na aula baseada no texto de Jean – Paul De Gaudemar e junto com a entrevista com as pessoas morando na rodoviária ou o chamado hotel kalango, vimos que a ideia e destacar e citar assuntos sobre tipos de migrações, e a relação mobilidade e força de trabalho. Na perspectiva onde o capital controla e produz os fluxos migratórios. Trabalhadores potenciais são atraídos por novas oportunidades de emprego, impostas pelas condições inerentes à sobrevivência, precisando vender força de trabalho. Vimos que a base do trabalho é na teoria do pensamento marxista, e visto como uma mercadoria e assim como toda mercadoria, tem seu valor seja ele valor de uso, no valor de troca e a presença no mercado, ou seja, a mercadoria é produzida com o objetivo de gerar lucro, esse lucro usado como poder de troca, ou seja, esse lucro tem valor é caracterizado pelo tempo em que se deu a produção de determinado produto, mostrando que o trabalhador não é simplesmente objeto do capital, mas que os trabalhadores mobilizados passam a internalizar o desejo de produção. Assim vimos alguns exemplos que parecem contraditórios na prática, pois o desejo e necessidade de mercadorias podemos dizer assim, em termos gerais, pois os trabalhadores saem voluntariamente em busca de postos de trabalho, como vimos o exemplo da migração nacional, onde milhares de trabalhadores, se deslocaram de diferentes cantos do País, em busca de trabalho mostrando que as motivações de trabalho nas migrações abre a polêmica sobre a definição do sujeito causador do deslocamento. Por um lado, estariam os que argumentam que a migração é o exercício da liberdade de escolha humana, com o indivíduo decidindo onde alocar o seu trabalho. Por outro, os que argumentam que o capital é o sujeito do processo migratório, fazendo dos indivíduos trabalhadores seus meros objetos. A explicitação da contradição entre estes pontos de vista como inerente ao objeto de estudo, o migrante, conduz à problematização da mobilidade do trabalho como característica de uma relação sujeito objeto, com isso vimos esses exemplos de migrações internas em busca de trabalho e de acumulação de capital dos indivíduos, hotel calango exemplificou esses eventos dos trabalhadores migrando em busca de melhores condições de vida.
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Aula 3 - Migrações e mobilidade do trabalho
In Fórum: Geografia da População
Leo Queiroz
14 de mar. de 2021
Leonardo Moreira Queiroz Conforme vimos na aula, podemos entender que muitas pessoas já migraram de cidade, estado ou mesmo de país. Isso significa que elas, hoje, moram em um lugar, mas já moraram em outra localidade no passado. Os migrantes mudam do lugar onde vivem por diversas razões: em busca de melhores condições de vida, de trabalho, entre outras. Em meados do século 19, o cultivo do café e, depois, a industrialização aceleraram o povoamento de algumas cidades, principalmente no estado de São Paulo. Essas cidades se desenvolveram economicamente e atraíram um número maior de pessoas. São vários os motivos que levam pessoas e famílias a se deslocar, seja dentro do próprio país, seja entre um país e outro. Alguns se deslocam em busca de emprego e de melhores condições de vida, enquanto outros são obrigados a fazer isso devido a conflitos e desastres naturais no lugar onde vivem. Outro assunto que vimos foi um deslocamento muito importante que é o chamado êxodo rural, quando as pessoas deixam o campo para viver nas cidades. Considerado uma migração, ele é motivado por vários fatores. Os mais comuns são a existência de mais empregos nas áreas urbanas e sua melhor infraestrutura, como maior oferta de serviços de saúde e de escolas. Há, ainda, dois tipos movimento populacional muito frequentes que não são considerados migrações: o movimento sazonal e o movimento pendular. O movimento sazonal é o deslocamento por um período de semanas ou meses para outro local, com retorno para casa ao final do período. Ele costuma ser motivado pelo trabalho. O movimento pendular ocorre quando as pessoas vivem em uma cidade e se deslocam para uma cidade próxima onde trabalham ou estudam. Elas geralmente vão e voltam para casa no mesmo dia, daí a razão de esse deslocamento ser chamado de movimento pendular. As migrações internas referem-se ao movimento de pessoas dentro de um mesmo território nacional. As pessoas podem migrar em uma mesma região, como entre os estados do Nordeste do Brasil. Muitos moradores do Maranhão, por exemplo, escolhem viver em Pernambuco ou na Bahia. Esse movimento é chamado de migração intrarregional. Existe também as chamadas migrações inter-regionais, que ocorrem quando há fluxo de pessoas de uma região a outra do país. Por exemplo, uma família que sai do Paraná para viver em Goiás. Durante o século 20, ocorreram movimentos migratórios inter-regionais importantes no território brasileiro. Muitas pessoas deixaram o Nordeste em direção aos grandes centros econômicos do Sudeste, por exemplo. O objetivo era conquistar melhores condições de vida. Atualmente, no entanto, as migrações intrarregionais são mais frequentes. Como vimos na entrevista “ Cidade grande contra um migrante” contou a breve história de Sebastião que migrou da Bahia para São Paulo, em busca de novas perspectivas de vida e trabalho. Devido as dificuldades moravam embaixo de um viaduto com a família. Portanto, podemos constatar que muitos nordestinos migram para a região sudeste porque seus respectivos estados e cidades não apresentam oportunidades de emprego, além de um cenário de grande pobreza, violência, secas e dificuldades de sobrevivência.
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Aula 1 - Teorias populacionais
In Fórum: Geografia da População
Leo Queiroz
05 de mar. de 2021
Leonardo Moreira Queiroz Malthus, em sua teoria demográfica, considerou que os problemas sociais estavam relacionados com o excesso de população no espaço das cidades. Assim, Malthus previu que a população tendia a crescer ainda mais rapidamente, o que o fez concluir que o crescimento demográfico seria superior ao ritmo de produção de alimentos. Assim, para evitar a ocorrência de grandes tragédias sociais, Malthus defendia o “Controle de natalidade” da população. Dessa forma, os casais só deveriam possuir filhos caso tivessem condições para sustentá-los. Nesse sentido, para o malthusianismo, os casais mais pobres não deveriam casar-se e ter filhos, pois gerariam apenas miséria para o mundo. Logo muitos teóricos surgiram contra essa teoria malthusiana no contexto das teorias demográficas. O principal deles atribui-se às derivações do pensamento de Karl Marx e recebeu o nome de teoria reformista ou marxista. Para essa concepção, não era o excesso populacional o responsável pelas condições de miséria e pobreza no espaço geográfico, mas sim as desigualdades sociais, como a concentração de renda no contexto da produção capitalista. O vídeo Ilha das flores, mostra uma realidade do Brasil, que é um país de desigualdades, instituída não só pelo capitalismo mais também pelo Estado, o capitalismo tem sua parcela de contribuição, mas vemos a ausência do estado no cumprimento do seu dever. Recentemente tivemos uma migração de venezuelanos vindo de um país socialista fugindo da fome, igual ou parecido com o que vimos no vídeo, pessoas famintas e necessitadas, muitas vezes até disputando comida com animais, ou seja, um exemplo de que o socialismo também não deu certo. Em nossa própria cidade podemos descrever essa realidade. A vantagem do capitalismo no Brasil é a liberdade que todos possuem em expor suas ideias, influenciando melhorias. A desvantagem é que o capitalismo se tornou forte demais, a ponto de seus principais beneficiados não permitirem qualquer ajuste. Utopicamente falando no Brasil o modelo ideal é um equilíbrio entre capitalismo e socialismo. O capitalismo pode ser a base, mas que se tenha a mão do governo para interferir em benefício do povo quando os grandes beneficiados do capitalismo abusarem de seu poder.
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Leo Queiroz
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